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Capacete: Não duvide, ele também é importante no pedal

Um ciclista e um motociclista. Fora as diferenças óbvias entre um e outro, a grande semelhança reside num dos mais importantes objetos de segurança que fazem parte, ao menos, da rotina de um deles: o capacete. Para ambos os casos, ele é o fator de prevenção que pode evitar, em muitos casos, a morte certa em um acidente. É mais do que estilo, é segurança no sentido literal do termo.

No entanto, se ciclistas e motociclistas o tem como item em comum, na questão propriamente dita do “uso” o ciclista ainda desconfia, evita, ignora-o na hora de sair para o pedal. E não é só culpa do próprio ciclista: no Brasil, o capacete para ciclistas não é obrigatório segundo o Código Nacional de Trânsito, e para muitos ainda o equipamento visto pela ótica da obrigatoriedade é tachado como um “empecilho” para a prática do ciclismo.

Mas quando o fator em jogo é a prevenção de acidentes mais sérios, não é preciso leis ou teorias sem sentido que possam impedir seu uso. Na hora do roteiro, o capacete é sim fator de proteção e, como tal, não deve ser ignorado em nenhuma circunstância, desde ciclistas “de fim de semana” aos profissionais. E a TBC dá algumas dicas uteis para usar o capacete do jeito certo.

(Reprodução)

O modelo mais comum de capacete é o simples com entradas de ar e viseira removível, próprios para prática de Mountain Bike como em passeios simples. Existem ainda os modelos chamados “full-face”, muito utilizados por modalidades como o BMX, Downhill e Enduro, por serem modalidades onde o uso da bicicleta é mais intenso e mais propenso a quedas.

No entanto, tão importante quanto o modelo é a funcionalidade do capacete. Ao comprar, tenha em mente o tamanho de sua cabeça e prefira um capacete que encaixe-se bem a ela e que não seja desconfortável, principalmente nos movimentos. Um capacete desconfortável pode machucar a testa e prejudicar em movimentos bruscos na hora do pedal. E ainda o mais importante: verifique se o capacete possui o selo de certificação do Inmetro, que garante sua qualidade.

E outra questão que muito pesa é o uso em si. Erroneamente, alguns ciclistas costumam colocar o capacete na parte traseira da cabeça, deixando exposta a testa. Na hora de coloca-lo, o capacete deve estar cobrindo toda a cabeça, ficando pouco acima das sombrancelhas. O capacete também não deve estar frouxo e, para isto, regule as correias para equilibrar o conforto com a firmeza do equipamento.

Segurança é fundamental para um bom passeio. E passa também – e especialmente – pelo capacete. Uma ideia que não deve sair da sua cabeça!

(Reprodução)

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